

Amar é se submeter a sofrer. Já sofri várias vezes… Digo, amei. Mas seria injusto destacar as lutas e esquecer-se das vitórias. Antes de chorar eu sorri, e sorri tanto que carrego aquela dor gostosa de um riso demorado, e o meu rosto, agora sofrido, deixa os traços desses sorrisos e risos para me lembrar de fazer uma correção. Amar não é se submeter a sofrer, é se submeter a se entregar, lutar, cuidar e merecer.
Coração vagabundo esse meu que gosta tanto e demonstra pouco. Coração vagabundo esse meu que é metade seu. Ou seria então, coração valente de um garoto vagabundo?
Garoto covarde esse que narra contos e tem medo de ir atrás de histórias. E esse garoto sou eu, querendo ser seu.